Qual o jogo de video-game com a trilha sonora mais loka?!?

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Caixa de Recordações - Upset Kids

Ae pessoal!
No ar mais um post! A idéia era fazer mais de um post por semana, então desculpem pela semana passada que só teve um post mesmo. Mas eu tinha me comprometido comigo mesmo de fazer pelo menos um post por semana, então ainda estou de acordo com o trato! hehehehe...
Mas começando com a semana, veremos hoje a resenha do CD "Caixa de Recordações" da banda Upset Kids, de São Paulo, da F Records.



Com um nome sugestivo o CD cumpre (muito bem) o que se propõe. É basicamente isso. Uma caixa de recordações, contendo músicas que falam sobre relacionamentos porém de uma maneira que não banaliza os sentimentos. Contém 9 faixas, sendo as duas últimas, versões acústicas de músicas mostradas anteriormente. A canção de abertura é a faixa título do CD. Com uma melodia marcante, possui uma levada suave, com uma letra curta, simples, porém de extrema profundidade emocional. Em seguida vem a faixa "Longe de Mim", acelarando o ritmo, mas sem esquecer da melodia, perfeita pra quem gosta de agitar nos shows. Com o terreno já preparado por sua antecessora vem a "Rápido Romance" realmente fazendo jus ao nome. A música mais rápida do CD vem terminar de chacoalhar com a galera. Simples e direta. A próxima é uma canção em inglês, "Stay By My Side", uma boa balada, no mesmo estilo simples e direto predominante no trabalho inteiro. Na sequência vem outra música forte, rápida e melodiosa, "Porque Perdemos a Inocência?" é mais uma que não vai sair da sua cabeça tão cedo. "Não Te Quero Hoje" é a próxima, mantendo o ritmo acelerado com uma pegada leve. Mais uma rapidinha, como já é de costume. E como última música inédita vem a excelente "Restos de Você", sintetizando tudo que a banda mostrou durante o CD, mostrando seu ótimo trabalho. Uma letra de impacto, com ótima melodia (como todas). As próximas duas faixas são versões acústicas das duas primeiras músicas, "Caixa de Recordações" e "Longe de Mim" respectivamente, mostrando a versatilidade da banda em tocar tanto plugados como desplugados.
Em suma, é um álbum de estréia muito bem trabalhado. O Álbum foi lançado a alguns anos (2005) e a formação original da banda já foi alterada algumas vezes. Atualmente a banda conta com Drix e Rapha nas guitarras, Ninja no baixo, Digão na batera e Iza no vocal. Mostram um som marcado pelas fortes melodias e letras que falam quase que exclusivamente de relacionamentos. Misturam a pegada e atitude do Rock'N'Roll com a simplicidade do Pop. Mas uma coisa é certa, gostando do estilo deles ou não, depois de ouvir, não vai ser fácil tirar essas músicas da cabeça!!!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Show em Piedade 14/10/07

E ae galera!!!
Rolou nesse domingo, no Itaoca Bar, em Piedade - SP, um show com 4 bandas da região (3 de Ibiúna e 1 de Sorocaba).
A primeira banda a tocar foi o 3 por 2, de Ibiúna. Os caras mandaram muito bem, um power trio com uma levada muito legal, que lembra os meados dos anos 90 quando começaram a estourar algumas bandas que ainda faziam o HARDCORE melódico (que é o caso do 3 por 2) e não o hardcore MELÓDICO. Com suas letras irreverentes e descontraídas lançaram sua demo em 2006 sob o título "Dá o troco em chicretes" com 6 faixas. Além das músicas de sua demo tocaram também uma inusitada (mas não mais do que os caras do Sideshow Bob, como vocês vão ver) versão de "Como eu quero" do Kid Abelha, que ficou bem interessante.
A próxima a subir no palco foi a SangueXÓdioXHardcore (Ibiúna). A partir desse momento, o que se viu foi uma onda de raiva, ódio, agressividade total transbordando dos integrantes da banda e atingindo o público do local como uma sequência de tapas na cara. Quem não está preparado pra realidade e prefere o placebo de um mundo perfeito não deve nem chegar perto dessa banda. Mas se você está pronto pra reagir contra o mundo e suas futilidades não pode deixar de ouvir! Escancara o mundo pra quem quiser (e tiver coragem) ver como em Sentença e Violência e faz a galera gritar palavras de ordem como Liberdade. Uma apresentação cheia de energia, com lugar para uma cover do Agnostic Front. Em seguida veio o pessoal do Sideshow Bob, também de Ibiúna, pra acalmar os ânimos. Seguindo uma linha mais relax, fizeram sua apresentação com uma temática mais engraçada, preferindo canções de bandas como Cueio Limão (Quem matou o Bozo?) mas incluindo também alguns clássicos do cenário nacional, como Sugar Kane (A Máquina) e Dead Fish (A Urgência), além de mostar algumas composições próprias, como Gasolina (feita sob encomenda para as Marias Gasolinas de sua cidade). Mas o auge foi a versão (olha aí, não falei!) de Sem você não viverei, do Ovelha!!! (sim, é isso mesmo!!!). Um clássico do brega totalmente reformulado (hã?!?!) e que fez a galera dançar na frente do palco.
E pra finalizar, veio de Sorocaba a banda The Sams, com o seu hardcore californiano, puro como a muito não se vê, de levada simples e ao mesmo tempo intenso, que nos remete a bandas como NOFX, Pennywise e Satanic Surfers. Além de covers dessas já citadas bandas (e muitas outras!), mostraram o seu som próprio que tem temáticas como política, religião e tantos outros temas que podem ser criticados na nossa sociedade. Vide Milky Friends, God Inc. e Old City's Lights (PAM). Com uma performance cheia de vida, mostraram que realmente gostam do que fazem, gostam de estar ali, gostam de tocar e conscientizar a galera. A maior prova disso foi a apresentação de mais de uma hora, em que eles se negavam a sair do palco, esgotando todo seu arsenal de próprias e mandando vários covers pra galera, aceitando pedidos (eu mesmo pedi várias!! hehehe) e demonstrando o prazer que sentem em tocar (música, que fique bem claro!!! hehehe).
É galera, mas isso tudo foi só uma prévia do que está por vir. Durante o show o pessoal de Ibiúna anunciou o Malacos HC, evento tradicional em Ibiúna que está em sua terceira edição já. Será realizado no dia 04/11 e contará com a participação de várias bandas:
-ALFACE CRESPA (SANTOS)
-VERM KILL (IBIUNA)
-HDEIA (IBIUNA)
-NÃO REPRESSÃO (SÃO VICENTE)
-DRACMA (IBIUNA)
-VOLTRAX (COTIA)
-SIDESHOWBOB (IBIUNA)
-3POR2 (IBIUNA)
O evento será no G3 Sport Bar, na Av. São Sebastião, 192 (Estacionamento do Shopping Ibiúna). E, acreditem, entrada NA FAIXA! Parabéns aí pra galera de Ibiúna pelos corre que eles estão fazendo pra manter a cena firme e forte. É isso que é atitude. Como já disse em um post anterior, mais uma demonstração do "Faça você mesmo". É assim que tem que ser galera. Vamos nessa e let's rock!!!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Entrevista com a Flat Fun

Ae pessoal!! Primeiramente nesse post quero agradecer pro pessoal que visitou o blog, deu uma conferida na matéria anterior e comentou deixando seu recado e críticas. Valeu! Isso é muito importante para que eu possa fazer um trabalho cada vez melhor.
Falando nisso, quem estiver interessado em ser um colaborador, é só entrar em contato comigo. Dá uma olhada na seção "Quem sou eu" que tem o meu perfil com contato (msn, e-mail...).

Como prometido, aqui está a entrevista que eu fiz com o Erik da Flat Fun, banda de Praia Grande, SP. Banda que já dividiu o palco com grandes nomes da cena independente como Dance of days, Garage Fuzz entre outras. E preparem-se, porque depois que eu conheci essa banda... Nada é como antes!!!

1) Fale um pouco da banda, sua história e seus integrantes.

Erik: A banda foi formada em meados de 2001, com outros integrantes, tocando músicas covers e algumas próprias bem toscas...rs.O Alessandro era de outra banda e nós sempre queríamos tocar juntos e depois de alguns anos ele entrou na banda.Em 2004 gravamos nosso primeiro EP chamado 'Nada é como antes', que nos deu muito retorno e muitos shows. Na época éramos power trio. Em 2006 Flavinho e Carlos entram na banda fechando a formação até hoje.Nosso som mistura peso e melodia com muita qualidade e consistência, tem uma pegada com batidas bem quebradas e trampadas. Já tocamos em diversas casas do cenário underground e dividimos o paco com muitas bandas importantes na cena.

A banda é formada por:
Alessandro Leão - Guitarra e Vocal
Erik Kulikoff - Baixo e Vocal
Carlos Abreu - Guitarra
Flavio Iraha - Bateria

2) To sabendo que vocês estão gravando o cd novo. Como que tá rolando essa parada?
Erik: O Cd novo está sendo gravado em São Paulo no estúdio Pucci do Henrique da banda Paura, onde o Carlos trabalha também. Estamos gravando 11 músicas!Na nossa pagina no Youtube tem alguns vídeos da nossa gravação! Não vemos a hora do cd ficar pronto.

3) O litoral de São Paulo, principalmente a Baixada Santista, tem uma certa tradição em bandas boas, como Garage Fuzz, 100 Ilusões, The Bombers. O que vocês acham da cena daí?

Erik:
A baixada é o berço de muitas bandas, e muitas delas bem legais, e isso tudo apesar de ser bem difícil sair daqui, pois não há apoio vindo de nenhum lugar. As que permanecem ou se dão bem por aí, são aquelas que suaram a camisa e correram muito atrás pra conseguir um lugar ao sol. A cena da baixada não é muito favorável ao surgimento de bandas e mesmo assim elas surgem e aos montes.

4) Me fale de algum show memorável, em algum lugar que vcs curtiram muito tocar, ou com alguma banda que vocês sempre quiseram dividir o palco.
Erik:
Têm alguns lugares que são bem legais de tocar, Itanhaem, por exemplo, fizemos ótimos shows e ótimos amigos por lá. O antigo Loko Live também foi palco de momentos bem legais.

5) E por falar em cd novo, shows memoráveis e tudo mais, vcs já tem uma demo e já foram citados em alguns sites e e-zines especializados de renome. Fale aí pra gente como é chegar em lugares que vcs nunca visitaram antes e ver o pessoal curtindo e até cantando as músicas de vcs?

Erik: Não existe sensação melhor que esta, arrepia, é muito louco. É muito bom conseguir ver o resultado do seu trabalho, principalmente quando é um resultado positivo.

6) Com a expansão do acesso a internet nos últimos anos, várias bandas conseguiram alcançar patamares antes impensados para bandas de garagem. Como vcs acham que a internet influenciou a trajetória de vcs?

Erik: Sem a internet muita coisa não teria acontecido, é por ela que nós fizemos contatos, amigos, divulgação principalmente, isso tudo ajudou a gente a seguir em frente. É uma ferramenta valiosíssima.

7) Como você acha que se deu a evolução da banda, desde a época em que vcs faziam covers (e ainda eram um power trio) até agora? Como foi esse amadurecimento (musicalmente e profissionalmente falando)?
Erik: Pra evoluir musicalmente é necessário ter muitas e boas influências, é preciso ter seriedade e persistência. Com tempo a gente foi descobrindo novos sons, novas técnicas, e isso tudo construiu a banda como ela é hoje, e a cada dia que passa ela vai mudando. O amadurecimento é um processo constante. Não digo que evoluímos, mas que aprendemos bastante com o que vimos por aí.

8) Eu sei da dificuldade de se viver de música no Brasil (quando não se está no mainstream). Fazer música independente não é fácil, falta apoio, incentivo, oportunidade. Como vcs encaram essa dificuldade, principalmente de grana?
Erik: Precisa ter muita paixão pelo que se faz, dificuldades a gente tem em tudo, mas o importante é não desistir, sempre tem algum jeito pra se conseguir o que se quer, é só correr atrás.

9) O que vcs acham das bandas que se "vendem" às gravadoras para poderem se estabelecer no cenário musical, "suavizando" assim suas músicas para que caiam nas graças do povo?
Erik: Não existe banda que se vende, existe banda que está disposta ou não a fazer determinadas coisas. É o sonho de toda banda que começa chegar a mídia e mostrar o seu trabalho pro máximo possível de pessoas, por isso deve ser difícil resistir à uma proposta que vai te levar exatamente aonde você sempre quis chegar. Muitas vezes perde-se qualidade e outras não, mas aí é que está, existem bandas dispostas e outras não. Tudo é uma questão de ideologia.

10) E vcs acreditam em um modelo independente de comunicação/arte/cultura, como forma de expressão, ou acham que somente cedendo á grande mídia é que pode surgir algum efeito?
Erik:
A grande mídia é uma veículo bem rápido de difusão, porém ela é limitada à vontade da massa, e muitas vezes isso coíbe a exposição de novas idéias. A gente acredita sim, num modelo independente, aberto a todos, sem essa pressão social, sem essa restrição à vontade da maioria, mas pra isso é necessária uma mobilização que ainda poucos têm maturidade de levar em frente.

11) O espaço é de vcs agora. Falem o que quiser aí, dêem o seu recado e aproveitem para deixar o contato de vcs.

Erik: Valeu pelo espaço, pela abertura. Parabéns pelo blog. Nós ficamos felizes em contribuir com qualquer forma de mídia que preze o que é real.

A Flat Fun ta aí, firme e forte, gravando o novo CD, e ta ficando bem legal, estamos voltando e vai ser para destruir!!!

Visitem!


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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Interior Fest Core II

E ae pessoal! Bem vindos ao AlternaKaos. Um blog que tem como objetivo ser um veículo de divulgação do cenário independente nacional.
Bom, nesse primeiro post vou fazer a resenha do show que aconteceu no Undergound Bar no dia 07/10 em Sorocaba, esse que provavelmente foi o último show realizado na casa.


O show contou com a presença de 11 bandas do interior e capital de São Paulo. A primeira delas foi a Duença Mental, de Mairinque, que optou por um som mais simples, que misturava músicas próprias e descontraídas, com alguns covers famosos, como Offspring (The Kids Aren't all right), Ramones (Blitzkrieg Bop) , Garotos Podres (Papai Noel), Gritando HxCx (Velho Punk) e até um Punk Cover das músicas do Chaves, tudo num clima de muita descontração e simplicidade nos instrumentos, contando nos vocais de algumas músicas com a participação do vocalista e guitarrista da Bad Server Inc. e amigos. Em seguida veio a banda Off Corse, de Ibiúna, com um repertório repleto de músicas de peso, tanto em suas composições próprias quanto em seus covers, como podemos ver em War for Territory, do Sepultura. Depois vieram a rapaziada de Mauá, com a banda Guilty. Tocando um hardcore na linha de Dead Fish, fez alguns covers da já citada Dead Fish e Noção de Nada, enquanto mostravam as suas próprias canções em uma performance cheia de vitalidade, agitando o público do local. Logo em seguida veio, também de Mauá, a banda Bad Server Inc. seguindo o mesmo estilo de sua predecessora, aliás compartilhando o mesmo guitarrista e fazendo covers também de Dead Fish (como a politizada Modificar) e Noção de Nada (Ímpar). Mesmo em suas músicas próprias pode-se observar uma clara influência do pessoal do Peixe Morto. Destaque para o vocalista que além de ter uma aparência semelhante ao Rodrigo (vocalista da referida banda), imita até seus trejeitos de palco, como as rodadinhas segurando no fio do microfone. Na sequência nos deparamos com o peso e energia da 9 Seconds Aggression, banda de Ibiúna que botou a casa abaixo com suas melodias fortes, rápidas e ao mesmo tempo pesadas, enfim, agressivo. Em seu repertório contavam suas próprias composições, com o espaço para uma cover, muito bem trabalhada por sinal, do Hot Water Music. The Sams foi a banda que tocou em seguida. Essa galera de Sorocaba manda um som nos moldes do puro hardcore californiano, mostrando para o público que estava presente suas bem trabalhadas canções, além de covers de Rancid (com Time Bomb), NOFX (com o hino Don't Call Me White) entre outras, que fizeram a galera ir ao delírio no bate-cabeça. Outra banda recheada de composições próprias foi a Instinto (de Sorocaba). Com músicas que demonstravam uma certa preocupação em sua sonoridade, bem trabalhadas, podemos ver eles fecharem sua apresentação com um cover de uma banda da qual, segundo eles, os influenciou muito, Ramones (The KKK Took My Baby Away). A próxima banda, Road 69, veio de São Paulo, mostar sua musicalidade com uma levada a la Simple Plain, divulgando as músicas de seu novo CD e levantando a galera com covers como Understatement do New Found Glory. Seguindo uma linha parecida vem a Mellody For Life, outra banda de Sorocaba que mostra seu hardore melódico, alternando entre sua próprias músicas e covers diversos. Mas o ápice mesmo foi quando a banda, em homenagem ao último show do Underground Bar, chamou todos os seus amigos que estavam curtindo o show para o palco (que sinceramente, eu achei que não ia aguentar!) ao som de My Friends Over You do New Found Glory. Em seguida vem de Mairinque a banda Env. Up, agitando o pessoal com sons próprios que estavam na boca da galera juntamente com covers, como Alien Exist, do Blink 182. Destaque para a música intitulada Monobola, feita em homenagem ao baterista da banda, que segundo eles, possui apenas um testículo! E pra finalizar a noite, Worms, de Ribeirão Pires, vem pra animar a galera com suas canções com letras despojadas como em Aquele Peido, Ela gosta de Garotos Maus, Quando Você Menos Esperar e a agitada Punk, Hardcore e Ska. Esse foi o último show do guitarrista Crildo, que tocou uma de suas músicas favoritas, um punk cover de Hatuna Matata. Também não dispensaram um cover, no caso Blink 182, Dammit, com a participação de Pedro, do The Sams.
É isso aí, foi um grande evento para o pessoal do interior de São Paulo, que pôde assistir bandas que estão ganhando seu espaço na cena e prestigiar o último show de um local que tantas vezes abriu as portas para bandas independentes. Quero parabenizar também o pessoal da organização (Rafael, Marília e Júlio) e o pessoal das bandas que ajudaram a divulgar e fazer virar esse show. Esse é o espírito do "Do It Yourself" (Faça Você Mesmo).
Pra um primeiro post isso já está bem grandinho né? É melhor eu ir ficando por aqui, e não percam, no próximo post a entrevista que eu fiz com o Erik Kulikoff, baixista da Flat Fun, banda de Praia Grande com grande prestígio no litoral de São Paulo. Aguardem!!!